ALIMENTAÇÃO PODE REDUZIR CRIMINALIDADE

A propensão para o crime pode estar relacionada com o tipo de alimentação ingerida. Um estudo realizado pela Universidade de Oxford, Inglaterra, sugere que existe uma ligação directa entre alimentação e criminalidade.
Os investigadores ingleses chegaram a esta conclusão depois de observarem mudanças no comportamento de jovens reclusos após se ter efectuado uma mudança na alimentação.
Segundo os cientistas, ao adoptar por uma
dieta saudável um criminoso pode tornar-se menos violento e diminuir o número de infracções em 25%.
A equipa dividiu em dois grupos 230 jovens reclusos de uma prisão de alta segurança da cidade de Buckinghamshire. Durante nove meses metade consumiu pílulas de vitaminas e nutrientes e a outra recebeu, sem saber, comprimidos placebo.
Ao fim desse tempo os presos que haviam ingerido pílulas de suplemento
nutricional cometeram menos 25% de crimes do que aqueles que não tiveram alterações na alimentação.
A maior
redução, segundo refere o estudo, ter-se-á dado no caso de crimes graves ou violentos, que diminuíram cerca de 40%. No entanto, no grupo que tomou placebo não foi registada nenhuma alteração.
No artigo publicado no Jornal Britânico de Psiquiatria, a equipa de investigação apresentou estes resultados como "extraordinários". "Essa abordagem precisa ser testada porque além de ser barata é altamente eficaz e humana", afirmou o professor Bernard Gersch, de Oxford. Segundo o cientista é altamente provável que uma dieta saudável tenha um impacto directo no comportamento de uma pessoa, uma vez que os "blocos" que constituem o cérebro são formados por nutrientes.
Apesar de executado pela equipa de Oxford, o estudo foi organizado pela organização não-governamental Charity Justice, fundada em 1991 para investigar as origens físicas e sociais da criminalidade.

Referências:

https://www.mni.pt/destaques/?cod=2448

 https://www.centrovegetariano.org/Article-114-Alimenta%25E7%25E3o%2Bpode%2Breduzir%2Bcriminalidade.html

 

Acesso 31 março 2013

FONTES DE CÁLCIO

Desenvolveu-se, pode escrever-se, um mito acerca da importância do cálcio e do consumo do leite de vaca. E no entanto as pesquisas vão no sentido de definir o leite como longe de ser o "alimento mais perfeito da natureza", pelo menos para o homem.
Quanto ao cálcio em particular, apenas absorvemos uma pequena parte do que se encontra no leite de vaca.

Os lacticínios são pobres em ferro, o que só por si inibe a absorção de cálcio. E o consumo de carne provoca perda de cálcio pela urina.
Grande parte dos vegetais e da fruta são boas fontes de cálcio mais facilmente assimilável pelo organismo. Basta consultar qualquer tabela de nutrientes.

Como qualquer mamífero, o homem pode, sim, ser "desmamado". Os mamíferos estão preparados para tomar o leite das suas mães durante o começo da vida. Depois passam a suprir as suas necessidades com outros alimentos menos agressivos.

A verdade é que a ingestão de cálcio é apenas uma pequena parte do quadro de osteoporose. Aspectos como a herança genética, os exercícios de levantamento de peso, a exposição ao sol, a ingestão de alimentos de origem animal e processados são todos importantes.
Pessoas activas que se alimentam de vegetais e apanham sol correm muito menos risco de osteoporose do que pessoas sedentárias com
dietas centradas em animais, e que vivem num clima frio.

Na verdade o leite fornece cerca de 300mg de cálcio por chávena. Mas absorvemos apenas cerca de 32%, ou seja, 96mg de cálcio.
Cada chávena de leite fornece ainda cerca de 9g de proteína, mas que causam a perda de 9 mg de cálcio pela urina. Isso deixa-nos cerca de 87 mg de cálcio depois da absorção e da perda pela urina.
Então porque é que as pessoas que consomem mais leite não têm os ossos mais fortes? É porque a maioria dessas pessoas consome muita carne, utiliza alimentos industrializados na sua
dieta e tem uma elevada necessidade de cálcio. A carne tem muito pouco cálcio e ainda provoca perda dele pela urina.
Boas fontes de cálcio assimilável pelo organismo incluem: citrinos, sementes de gergelim, pão, couve e outros vegetais de folhas verde-escuras, figos, amêndoas e outros vegetais orgânicos.

Exemplos:
100 g de amêndoa tem 265mg cálcio;
100 g de nabiças tem 262 mg de cálcio;
100 g agrião tem 198 mg de cálcio;
100 g de espinafres tem 104 mg de cálcio;
100 g de figos secos tem 144 mg;
100 g alface tem 70 mg de cálcio;
100 g brócolos cozidos tem 46 mg.

A nossa necessidade diária de cálcio é de 1 g.

Para além de que, em muitos vegetais ainda encontras quantidades de cálcio assimilável superiores às do leite, e também outros nutrientes (vitamina C e ferro), que facilitam uma boa assimilação.

Refira-se ainda, a título de exemplo, que países como a China, onde quase não se consomem laticínios, a incidência de osteoporose é bem menor.

De acordo com um estudo realizado durante 12 anos - feito com enfermeiras de Harvard, incluindo 77.761 mulheres entre 34 e 59 anos de idade - as mulheres que obtêm mais cálcio através do leite estão mais sujeitas a fracturas do que as que bebem pouco ou nenhum leite.
Um outro estudo com homens e mulheres idosos, realizado em Sidney, Austrália, em 1994, mostrou resultados semelhantes: o maior risco de fracturas estava associado ao maior consumo de laticínios. Aqueles
que mais consumiam leite e derivados tinham quase o dobro do risco de sofrerem fracturas do quadril, do que aqueles que pouco consumiam desses produtos.

 

Resumo:

- O leite de vaca realmente é um alimento perfeito, mas somente para o bezerro, que contém um sistema digestivo duplo e rumina os alimentos. Em 47 dias o animal duplica o seu peso, e num ano atinge mais de 500 quilos.
- O alimento natural para qualquer bebé normal é o leite da sua própria mãe.
- O único mamífero que consome leite de outras espécies após desmamar é o humano.
- A composição do leite de vaca é acima de 90% de água, com 3% de gorduras, e 2% de proteína, e outros minerais sendo o sódio o fósforo e gordura numa quantidade maior do que o encontrado no leite humano.
- A proteína encontrada no leite de vaca é a caseína, que é de difícil coagulação nos estômagos dos bebés. Por
outro lado a proteína encontrada no leite materno é a lacto bulmina, de fácil digestão no frágil estômago do bebé.
A enzima necessária para a
digestão do leite de vaca é a lactase. A falta desta enzima provoca cãibras, inchaços e diarreias quando algum produto lácteo é consumido. Um pouco por todos o mundo encontramos
pessoas que não pode consumir lactose (leite de vaca) pois o seu organismo produz pouco desta enzima (lactase).


REFERÊNCIA

 https://www.centrovegetariano.org/Article-9-Lactic%25EDnios%2Be%2Bc%25E1lcio.html


 

Acesso 31 Mar. 2013

 

 

VITAMINA    D

 

(Compilado por Mike Adams, com base em uma entrevista com o Dr. Michael Holick, autor do livro “The UV Advantage)

A vitamina D evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade. A vitamina D é talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição. Isso é provavelmente porque é “gratuita”: seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele. As empresas farmacêuticas não podem lhe vender a luz solar, por isso não há promoção dos seus benefícios à saúde.

A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:

1. A vitamina D é produzida pela pele em resposta à exposição e radiação ultravioleta da luz solar natural.

2. Os saudáveis raios de luz solar natural que geram a vitamina D em sua pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz vitamina D quando você esta no carro, escritório ou em sua casa.

3. É quase impossível conseguir quantidades adequadas de vitamina D a partir da dieta. A exposição à luz solar é a única maneira confiável para seu corpo dispor de vitamina D.

4. Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de vitamina D.

5. Quanto maior a distância da linha do equador e o lugar onde você vive, maior será a exposição ao sol necessária para gerar vitamina D, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares. Canadá, Reino Unido, a maior parte dos EUA estão longe do equador e maior parte do Brasil está perto do equador.

6. Pessoas com a pigmentação escura da pele podem precisar de 20-30 vezes mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D. Por isto, também, o câncer de próstata é muito frequente entre homens negros – é a simples deficiência generalizada de luz solar.

7. Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, seu corpo não pode absorver o cálcio, tornando os suplementos de cálcio inúteis.

8. A deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida do rapidamente. São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso.

9. Mesmo filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provocam deficiência crítica de vitamina D.

10. A exposição à luz solar não gera a produção excessiva de vitamina D em seu corpo, porque ele se auto-regula e produz apenas a quantidade que necessita.

11. Se a pressão firme do seu osso esterno dói, você pode estar sofrendo de deficiência crônica de vitamina D.

12. A vitamina D é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.

13. A indústria de protetores solares não quer que você saiba da necessidade de exposição ao sol, porque esta revelação significaria a queda nas vendas de seus produtos.

14. A vitamina D é um poderoso “remédio” que o seu próprio corpo produz inteiramente de graça e sem necessidade de prescrição médica!

15. Algumas substâncias denominadas “antioxidantes” aceleram muito a capacidade do organismo para lidar com luz solar, sem que ela nos provoque danos, também permitem que você fique exposto ao sol duas vezes mais tempo sem danos. Um exemplo de tais antioxidantes é a astaxantina, poderoso “filtro solar interno”. Outras fontes de antioxidantes similares são algumas frutas (açaí, romã, mirtilo, etc.), algumas algas e alguns crustáceos do mar (camarão, “krill”, etc.)

Doenças e condições causadas pela deficiência de vitamina D:

. A osteoporose é geralmente causada por falta de vitamina D que provoca deficiência na absorção de cálcio.

. A deficiência de vitamina D na infância causa o raquitismo, falta de calcificação dos ossos.

. A deficiência de vitamina D pode agravar o diabetes tipo 2 e prejudicar a produção de insulina pelo pâncreas.

. Bebês que recebem a suplementação de vitamina D (2.000 unidades por dia) têm um risco 80% menor de desenvolver diabetes tipo 1 durante os próximos vinte anos.

. A obesidade prejudica a utilização da vitamina D no organismo e obesos precisam de duas vezes mais vitamina D.

. A depressão, a esquizofrenia e os cânceres de próstata, de mama ovário e de cólon são frequentes em pessoas com deficiência de vitamina D. Portanto, níveis normais de vitamina D previnem estas doenças.

. O risco de desenvolver doenças graves como diabetes e câncer é reduzido de 50% a 80% através da exposição simples, à luz solar natural 2 a 3 vezes por semana.

. A depressão sazonal de inverno, muito comum nos países de clima temperado, é causada por um desequilíbrio da melatonina, devido à menor de exposição ao sol.

. A vitamina D é utilizada no tratamento da psoríase, doença inflamatória crônica da pele.

. Deficiência crônica de vitamina D é muitas vezes diagnosticada erradamente como fibromialgia, porque seus sintomas são muito semelhantes: fraqueza muscular e dores.

Estatística chocante! São deficientes em vitamina D: 40% da população dos EUA, 32% dos médicos e estudantes de medicina, 42% das mulheres afro-americanas em idade fértil, 48% das meninas de 9 a 11 anos, até 60% dos pacientes de hospitais, até 80% dos pacientes do lar de idosos e 76% das mulheres grávidas e 81% das crianças delas nascidas, as quais terão, mais tarde na vida, maior predisposição ao diabete tipo 1, à artrite, à esclerose múltipla e à esquizofrenia.

O que você pode fazer:

A exposição sensível à luz solar natural é a estratégia mais simples, mais fácil e ainda uma das mais importantes para melhorar a saúde. Se mais pessoas lessem estas informações, poderíamos reduzir drasticamente as taxas de várias doenças crônicas. A exposição à luz solar é realmente uma das terapias mais poderosas. Não há nenhuma droga, nenhum procedimento cirúrgico ou de alta tecnologia que chegue sequer perto do surpreendente efeito saudável da luz natural. E o melhor: você pode obtê-lo gratuitamente!!! E o pior: é por isso que quase ninguém o divulga!

 

Referência 

 Sobre a vitamina de exposição ao sol « Instituto Ahau ...(Compilado por Mike Adams, com base em uma entrevista com o Dr. Michael Holick, autor do livro “The UV Advantage) A vitamina D evita a depressão, osteoporose ...www.ahau.org/vitamina-d-2 - Em cacheAcesso: 18-MAIO-2013

 

07/06/2013

Genoma do "lótus sagrado" poderá revelar segredos da vida eterna

Redação do Diário da Saúde

Não é apenas pela beleza que a flor de lótus é considerada símbolo de elevação espiritual - sua biologia também é absolutamente de outro mundo. [Imagem: Jane Shen-Miller /UCLA]

A flor de lótus é conhecida mundialmente como um símbolo de pureza espiritual e longevidade.

O que poucos sabem é que ela é conhecida também pelos biólogos por uma quase "vida eterna".

Segredos genéticos do lótus sagrado

O lótus sagrado já foi documento no registro geológico de 135 milhões de anos atrás, quando os dinossauros ainda viviam na Terra.

E existem casos documentados de sementes de lótus que sobreviveram e continuaram viáveis por 1.300 anos.

Ou seja, não é apenas pela beleza da flor de lótus que esta planta é considerada símbolo de elevação espiritual - sua biologia também é absolutamente de outro mundo.

Por isso, uma equipe de 70 cientistas dos EUA, China, Austrália e Japão dispuseram-se a partir em busca dos segredos sagrados do lótus - biologicamente falando.

Para isso, eles sequenciaram seu genoma completo.

Os cientistas acreditam que o chamado lótus sagrado tenha um sistema genético capaz de consertar defeitos genéticos induzidos ambientalmente, podendo conter segredos sobre como envelhecer com saúde.

A equipe sequenciou cerca de 86% dos cerca de 27 mil genes da planta, cujo nome científico é Nelumbo nucifera.

O lótus e vida eterna biológica

"O genoma do lótus é muito antigo, e agora conhecemos seu ABC," disse Jane Shen-Miller, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA). "Os biólogos moleculares agora poderão estudar mais facilmente a forma como os seus genes são ligados e desligados durante períodos de estresse, e porque as sementes desta planta podem viver por 1.300 anos. Este é um passo para aprender o segredo anti-envelhecimento que o lótus sagrado pode nos revelar."

A Dra Shen-Miller afirma que os mecanismos de reparo genéticos do lótus podem ser muito úteis se puderem ser transferidos para os seres humanos ou para culturas - como arroz, milho e trigo -, cujas sementes têm períodos de poucos anos de vida.

"Se os nossos genes pudessem reparar doenças, assim como os genes do lótus, poderíamos ter um envelhecimento saudável. Precisamos aprender sobre seus mecanismos de reparação, e sobre as suas propriedades bioquímicas, fisiológicas e moleculares, e o genoma do lótus agora está aberto a todos."

A genética incomum do lótus sagrado lhe dá algumas habilidades de sobrevivência únicas. Suas folhas repelem a sujeira e a água, suas flores geram calor para atrair polinizadores e o revestimento do fruto do lótus possui antibióticos e cera que asseguram a viabilidade da semente que ele contém.

https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=genoma-lotus-sagra...

 

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